Confúcio defende fortalecimento das comunidades terapêuticas: “Elas fazem um trabalho que o Estado sozinho não consegue fazer”

Confúcio defende fortalecimento das comunidades terapêuticas: “Elas fazem um trabalho que o Estado sozinho não consegue fazer”

Durante visita ao CERNA, em Rolim de Moura, senador reafirma apoio às instituições que acolhem e recuperam dependentes químicos e defende uma política permanente de enfrentamento à dependência química.

Ao visitar o CERNA – Comunidade Terapêutica Nova Aliança, em Rolim de Moura no último dia 19, o senador Confúcio Moura reafirmou seu compromisso com as comunidades terapêuticas e defendeu o fortalecimento dessas instituições, que, segundo ele, realizam um trabalho que o Estado, sozinho, não consegue fazer.

Para o senador, essas entidades desempenham um papel essencial na recuperação de pessoas com dependência química e no acolhimento de suas famílias. “O trabalho que essas instituições fazem, o Estado não consegue fazer sozinho. Elas acolhem, recuperam vidas e devolvem esperança às famílias”, afirmou.

A parceria de Confúcio Moura com o CERNA e outras comunidades terapêuticas vem de muitos anos. Quando governou Rondônia, criou uma estrutura específica para apoiar essas instituições e assegurou recursos para a celebração de convênios, fortalecendo uma rede que atua diretamente na recuperação de dependentes químicos.

Hoje, no Senado Federal, o parlamentar mantém esse compromisso por meio da destinação de recursos, principalmente para o custeio das entidades. Os investimentos ajudam a garantir equipes multiprofissionais, atendimento especializado e a manutenção dos serviços prestados diariamente aos acolhidos.

Médico de formação, Confúcio defende que o enfrentamento da dependência química deve ir além da internação e envolver prevenção, tratamento, reinserção social e apoio às famílias. Durante a visita, o senador revelou que essa causa também faz parte de sua história pessoal. Uma de suas irmãs enfrentou a dependência química desde a adolescência e conviveu com a doença até o fim da vida, aos 50 anos. Segundo ele, essa experiência reforçou a convicção de que a dependência química não atinge apenas quem adoece, mas toda a família, tornando ainda mais importante o fortalecimento das comunidades terapêuticas e das políticas públicas voltadas à recuperação de vidas.

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