Mercado do Km 1 será totalmente modernizado com apoio do senador Confúcio Moura
Tradicional ponto de encontro dos porto-velhenses, o Mercado do Km 1, localizado na Avenida 7 de Setembro, em Porto Velho, passará por uma ampla transformação. O espaço será totalmente ampliado e modernizado, com um projeto arquitetônico voltado para a valorização do comércio, do turismo e da convivência social.
Na manhã desta quinta-feira, o senador Confúcio Moura (MDB) visitou o mercado acompanhado do prefeito Léo Moraes e do secretário municipal de Infraestrutura, Giovanni Marini.
Em frente ao mercado, Confúcio conversa com o secretário municipal de Infraestrutura, Giovanni Marini
Com a licitação concluída e homologada pela Prefeitura de Porto Velho, a obra está orçada em R$ 7 milhões e deverá ser entregue em até 18 meses. Os recursos foram viabilizados por meio de emenda parlamentar destinada pelo senador.
Segundo Giovanni Marini, já foram realizadas duas reuniões com os mais de 60 permissionários para discutir as melhorias previstas no projeto.
“Porto Velho merece a consolidação desse projeto, especialmente pelo potencial turístico. Queremos que os visitantes também se sintam bem aqui”, afirmou.
Atualmente, o mercado conta com 35 boxes. Após a reforma, o número passará para 58, ampliando a capacidade de atendimento e fortalecendo a atividade comercial.
O senador cumprimenta Braz Gomes, 92 anos, uma legenda viva do Km1
Durante o encontro, o prefeito Léo Moraes garantiu que os comerciantes serão transferidos para um espaço provisório durante a execução das obras.
“Vamos fazer o possível para causar o menor impacto a vocês”, assegurou.
Ao celebrar a concretização do investimento, Confúcio Moura lembrou um ensinamento do arquiteto e urbanista Jaime Lerner, ex-prefeito de Curitiba e ex-governador do Paraná.
“Os mercados são o ponto de encontro das pessoas”, citou o senador.
Água e cafezinho – prefeito Léo e senador Confúcio se reúnem descontraidamente com assessores
Esta será a terceira grande intervenção na história do espaço. A feira original foi construída em madeira, em 1953. Em 1976, recebeu melhorias estruturais e, em 2003, ganhou o atual prédio de alvenaria. Apesar das mudanças, problemas relacionados à estrutura, ventilação e higiene continuaram sendo motivo de reclamação dos comerciantes e consumidores.
Foi diante desse cenário que o senador apresentou a emenda parlamentar para viabilizar a remodelação completa do mercado.
Entre os permissionários, a expectativa é grande. Milton Pereira, que acompanhou as transformações anteriores, espera que o projeto seja executado conforme o planejado.
“Espero que cumpram o que está na maquete. O mercado precisa de uma estrutura à altura das necessidades e do gosto dos nossos moradores. Nunca ficamos totalmente satisfeitos; sempre faltava alguma coisa”, afirmou.
O senador visita os boxes do Mercado, ouvindo seus permissionários
As imagens do novo projeto circularam entre os comerciantes durante a visita, despertando entusiasmo e esperança.
Para o prefeito Léo Moraes, a obra é resultado direto da parceria com o senador.
“Essa obra só será possível graças ao apoio do senador Confúcio, que está sempre presente na busca de recursos para nossa administração e para a população de Porto Velho. Obrigado, senador!”, declarou.
O pedido de Ângela que ajudou a transformar o mercado
A decisão de investir na revitalização do Mercado do Km 1 começou a ganhar forma durante uma caminhada de Confúcio Moura pela Avenida 7 de Setembro. Na ocasião, ele foi convidado por Ângela Soares para tomar um café em sua banca e conhecer de perto a realidade do local.
“Mostrei a ele nossos problemas de ventilação e higiene”, recorda a comerciante.
Alegria do reencontro: Confúcio saúda a comerciante Ângela Soares, que um dia lhe reivindicou investimentos no mercado
Há sete anos trabalhando no mercado, Ângela inicia a jornada diariamente às 5 horas da manhã. Sua ligação com o local vem da infância. Aos sete anos, ajudava a mãe, dona Terezinha, já falecida, que produzia tapiocas de castanha em uma casa próxima à Escola Estadual Murilo Braga.
“Eu levava as tapiocas na bandeja para vender”, relembra.
Hoje, Ângela vê no projeto a oportunidade de recuperar o movimento e melhorar as condições de trabalho.
“Perdemos muitos fregueses ao longo dos anos. As pessoas não suportam o calor e reclamam da higiene”, disse, apontando áreas onde produtos rurais ficam armazenados próximos a recipientes de lixo.
Ela acredita que a modernização beneficiará tanto os permissionários quanto os consumidores, devolvendo ao Mercado do Km 1 o protagonismo que sempre teve na vida dos porto-velhenses.
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