Ficou tanto tempo estas rochas escondidas debaixo da terra. Bem diferente do Tocantins que o calcário é serra. Onde tem grutas, morcegos e os mocós se escondem. São lâminas de pedras sobre pedras.
Sob um manto sagrado de terra rocha. Onde tudo plantado dá, tem por baixo, sorrateira a jazida de calcário no Municipio de Parecis. Quando menos se espera se encontra, e Parecis agradece, tão pequena cidade, de agora em diante, terá um inesperado movimento de carretas transportando pó de suas pedras. Além do boi e da soja de suas fazendas, mais uma riqueza, o calcário.
A pedra é moída. E se tansforma num pó como se fosse polvilho. Sobre a terra ácida, corrige-a e com outros fertilizantes torna a produtividade muito maior. Mais leite, mais carne, mais café, mais mandioca, inhame, arroz, soja, milho, feijão, capim, mais verduras e legumes. Mais tudo. Mais comida. Esta é a vocação do Estado. Produtor de alimentos.
E o calcário que não se tinha no Estado práticamente, agora tem. Tem em Pimenta Bueno e Espigão, jazida da Companhia de Mineração de Rondônia (CMR), dizem especialistas que teremos produção ali por 200 anos.
Tem em Parecis, onde a indús
tria é privada, do César Cassol. Tem ainda em Nova Brazilândia, jazidas sem exploração, donos residem fora do Estado. Tem jazidas ainda em estudo de viabilidade no municipío de Chupinguaia. E virão ainda muitas outras riquezas minerais no Estado. Rondônia a cada dia uma boa surpresa agradável.


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