IRMÃS MARCELINAS

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As Irmãs Marcelinas sempre estiveram ali, mata fechada, entre Candeias e Porto Velho. Anos 70 BR sem asfalto, havia um rasgo na floresta e uma clarão mais à frente, onde situava e situa ainda hoje esta comunidade católica, dirigida por freiras. Naquela época o foco era a hanseníase. No sentido antigo, hoje, pejorativo, um leprosário. 

 Convivi com a Irmã Rosa Gambella na década de 80, quando ali se chamava Comunidade Jaime Aben Athar. Mudou de nome, mas, elas continuam na labuta. O Estado é parceiro deste trabalho missionário, tanto na área de educação como na saúde. marcelinas.24.2.15

Hoje, recebi a Irmã Supervisora Geral da Ordem que fica em São Paulo. Lá também faz serviço equivalente, multiplicado por 1000. São excelentes gestoras de hospitais, escolas, creches, e na área da cultura. Em São Paulo trabalham como OSS (Organização da Sociais em  Saúde), que sou favorável como alternativa na gestão da saúde e cultura. São Paulo trabalha neste modelo com sucesso. E a coisa funciona. Convidei as irmãs para implantar o primeiro modelo de gestão com o Estado, desde que aceitem participam da chamada pública e na forma da lei. Para o CERO (Centro de Reabilitação, Fisioterapia, Psicologia e Fonoaudilogia) com sede no Bairro Mariana, Zone Leste, Porto Velho. marcelinas.seduc.24.2.15

Dia 24 assinamos vários convênios para escolas geridas por elas. Além de tratarmos de assuntos referentes ao Hospital Santa Marcelina e seus ambulatórios. A conversa foi boa. Creio que Santa Marcelina sempre foi parceira de Rondônia, consequentemente, parceira do Governo. E goza de grande simpatia do povo do Estado e muita gratidão pelos seus excelentes serviços. 

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