É a segunda viagem do Barco Walter Bártolo no Rio Mamoré – Guaporé. Na primeira, além do atendimento na área de saúde, foram feitas fotografias e impressão datiloscópica de índios velhos, maduros e meninos. Além de outros moradores da beira do rio.
O que emocionou aos policiais encarregados do serviço, foi a entrega das carteiras de identidades. A alegria dos moradores, avós e netos com suas carteiras, admirados, alegres. O serviço de odontologia é outro bem procurado, não para extração de dentes pura e simplesmente, mas, para as restaurações (obturações), coisa que eles não conheciam. Tratamento odontológico por lá, era a extração de dentes que doíam. O Barco hospital é muito mais que um barco, é um alento, um conforto, a marca do governo para um povo esquecido, isolado nas imensas extensões de florestas, onde uma geração mais nova não conhecia. Só os velhos se lembram das missões do antigo Barco Seringueiro, que fez na década de 80, esta ação cívica e social, justamente, coordenada por Walter Bártolo. Hoje, ele atracou na Comunidade de Sotério e amanhã cedo índios e extrativistas descem de canoa para serem atendidos.
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