De repente, mais que de repente, agora, no final de agosto, o boi gordo sumiu da praça de Rondônia. Os caminhoneiros das carretas boiadeiras estão quase parando.

De repente, mais que de repente, agora, no final de agosto, o boi gordo sumiu da praça de Rondônia. Os caminhoneiros das carretas boiadeiras estão quase parando.

Cidades inteligentes. Há necessidade de reinventar cidades. Colocar as necessidades do cidadão na palma da mão. aprender com quem sabe...

Há cerca de dez anos para cá, pouco a pouco, fui criando um rito na vida. O de tomar uma dose de uísque no sábado às 16 h. Em ponto. Na atividade pública, sempre chegava em casa no sábado. Como sempre residi em Ariquemes, Alice e eu, tirávamos este dia para o convívio e cuidar das coisas da gente. Coisas da gente - são pagar contas, conversar, arrumar alguma gaveta, mexer nas plantas do quintal. Foi sempre assim.

O nosso país parece que padece, que merece, que fenece, que cresce, e posso ir rimando assim, até encher a...

O prédio em que moro em Brasília ficou cercado por novas construções. Pouco a pouco o apartamento foi esfriando. Tem...

Agora, o bicho tá pegando. Está vindo soltando labaredas pelas narinas. O coronavírus é um monstrinho redondo, apiculado e aparece...

Agora, chegou a hora. O mundo viu pouco o outro lado da moeda. Aquele que temos que INVESTIR em sustentabilidade,...

FEIRA DO AÇAÍ – Bem cedo, na caminhada, em Macapá (2017), na avenida às margens do Rio Amazonas, duas voltas no entorno do Forte São José, subi o calçadão. Vi muita gente aglomerada. Pensei que fossem jovens saindo de um baile. Estava ainda escuro. Passei para o outro lado da Avenida. À frente, perguntei que aglomeração era aquela?

Eu fiquei cinco meses sem viajar para o meu Estado de Rondônia. Não me via perambulando num aeroporto e nem...

Não posso mentir sobre o meu isolamento social nesta pandemia. Não foi radical. Até que fiquei em casa, quietinho, olhando...

As queimadas de agosto, no passado, eram normais, para fazer a limpeza das ervas daninhas nos ermos gerais. Depois que...

Ah, o amargurado da vida! Finge tudo! Finge não ver a beleza, ignora o talento, engole elogios… Elogiar? Não! Elogiar...