Confúcio afirma que estudo que aponta o Índice de Vulnerabilidade Municipal pode ser bem aproveitado pelos prefeitos no combate à covid-19

Confúcio afirma que estudo que aponta o Índice de Vulnerabilidade Municipal pode ser bem aproveitado pelos prefeitos no combate à covid-19

Estudos que classificam os municípios em relação ao seu grau de vulnerabilidade à pandemia foi apresentado nesta segunda-feira (20), na Comissão Temporária da Covid-19 (CTCovid-19), durante audiência pública, pelo Instituto Votorantim e o Banco Nacional de Desenvolvimento Econômico e Social (BNDES) com o objetivo de apoiar os municípios no gerenciamento e enfrentamento da crise sanitária.

O senador Confúcio Moura (MDB-RO), presidente da comissão, afirmou que o índice de vulnerabilidade Municipal (IVM) avaliou indicadores econômicos, sociais e também as estruturas de saúde dos municípios, e que são dados extremamente importantes. “Com isso, os gestores municipais, principalmente os secretários e suas equipes técnicas, poderão orientar muitos prefeitos”, explicou.

De acordo com o parlamentar, os estudos são perfeitos e podem ser bem aproveitados. Segundo ele, todos os municípios brasileiros estão com os números atualizados. Os dados consideram em sua composição o Índice de Eficácia no Enfrentamento da Pandemia de Covid (IEEP), que compara o resultado das ações de cada cidade no combater à doença.

Confúcio Moura lembrou a fala do professor Esper Kallas (FM-USP), ao citar a queda da doença no país. Para ele, é preciso entender que as vacinas existentes foram baseadas em estudos a partir do vírus da cidade de Wuhan (China), no entanto esse vírus não está mais em circulação. “Nós temos hoje novas variantes que não estão nas vacinas. De repente, nós podemos cair no descuido e achar que está tudo bem e daqui a pouco não estar imunizando contra as novas variantes”, alertou.

O debate contou com a participação do gerente do Instituto Votorantim, Rafael Luis Pompeia; o professor da Faculdade de Medicina da Universidade de São Paulo (FM-USP), Esper Georges Kallas e de representantes do BNDES, da Faculdade Getúlio Vargas (FGV) e do Instituto de Pesquisa Econômica Aplicada (Ipea).

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